segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A Viagem de Chihiro/Sen to Chihiro no Kamikakushi - Pedro Nogueira nº 38

Capa do filme - Chihiro e Haku em sua forma de dragão

A Viagem de Chihiro, Sen to Chihiro no Kamikakushi ou Spirited Away é um filme de animação japonês de 2001 dirigido por Hayao Miyazaki (que também é o roteirista) e produzido pelo Studio Ghibli.

A história é sobre uma garota de 10 anos, chamada Chihiro, que está perdida no mundo dos deuses, tentando sobreviver e achar seus pais que se tranformaram em porcos (quando comeram da comida dos deuses).

Haku explicando o mundo dos deuses para Chihiro

Os personagens principais são: Chihiro, Haku (um garoto feiticeiro que ajuda Chihiro no mundo dos deuses), Akio e Yuko (os pais de Chihiro) e Yubaba (a dona da casa de banhos dos deuses, onde Chihiro vai trabalhar).

O filme ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2002 além do Oscar de Melhor Animação em 2003.

Yubaba brigando com Chihiro

Fontes:
pt.wikipedia.org
site.studioghibli.com.br

Lupin III: O Castelo de Cagliostro Pietra Cortonesi n°39 8°G

Dados Técnicos
Nome Original:
Rupan Sansei: Kariosutoro no Shiro
Ano de lançamento: 1979
Direção: Hayao Miyazaki
Um dos filmes pré Ghibli de Miyazaki, este filme também é um divisor de águas entre os filmes que vem depois. Lupin III é um famoso ladrão, e durante o roubo ao cassino de Monaco, percebe que notas são falsas, e de alta qualidade. Em uma de suas excursões anteriores, Lupin já havia tentado descobrir a origem das notas falsas, mas desistiu devido aos perigos. Dessa vez, ele decide ir até o fim.
O destino é o país de Cagliostro, e quando estão quase chegando, presenciam uma cena curiosa: uma noiva fugindo de carro de seus perseguidores. Lupan, intrigado com o mistério, decide seguir a noiva, que desmaia ao volante e é salva pelo ladrão.
Lupan e a noiva conseguem escapar, mas caem de um precipício e Lupan desmaia. A noiva então foge, e Lupan segue seu caminho, sem saber que a noiva é na verdade Clarisse, a princesa de Cagliostro.
Lupan então se dirige ao Castelo de Cagliostro, e chegando lá, descobre o castelo abandonado. Só há um descendente da família real vivo, e é a Princesa Clarisse, que está para se casar com o Conde. Lupan então faz a associação e entende que Clarisse não quer se casar com o Conde.
O ladrão então resolve ajudar a moça. Primeiro, ele descobre que o Conde quer se casar com Clarisse porque a união dos anéis dos brasões da família (o Conde é um parente de Clarisse) revelará um grande tesouro.
O fato mais curioso deste filme é que, quando percebemos, estamos torcendo para o ladrão! Embora o vilão do filme seja o Conde, Lupan também não é o exemplar correto, tanto que chega a influenciar Clarisse a ponto da Princesa querer fugir e se tornar uma ladra, como Lupan.
Clarisse, por sua vez, faz o papel da boa moça, corajosa, mas que está prestes a se casar obrigada com o Conde, necessitando urgentemente de um protetor. Por sinal, Lupan também rouba seu coração.

domingo, 23 de outubro de 2011

Meu vizinho Totoro

Meu Vizinho Totoro é um filme de animação japonês feito em 1988. Tem direção e roteiro de Hayao Miyazaki.

Hayao Miyazaki (Tóquio, 5 de Janeiro de 1941) é um dos mais famosos e respeitados criadores do cinema da animação japonesa, o anime.

O filme fala sobre duas meninas que se mudam com seu pai para o interior do Japão, com o objetivo de ficar perto da mãe (que está internada em um hospital). Lá, elas viverão muitas aventuras ao lado do espírito protetor da floresta Totoro. Ele vive próximo da nova casa, em uma cânfora gigante. Inicialmente, apenas Mei, a irmã caçula pode vê-lo, depois a mais velha, Satsuki, também tem sua chance de o encontrar.

Em 2009 o filme foi eleito a melhor animação de todos os tempos.





















Fontes:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Tonari_no_Totoro
http://www.cineclick.com.br/noticia/carregar/titulo/meu-vizinho-totoro-e-eleita-a-melhor-animacao-de-todos-os-tempos/id/24296
 

Studio Ghibli- Marcela S. nº 30 8G


  O Studio Ghibli é um estúdio de animações japonês, que foi fundado em 1985, e é comandado pelos diretores Hayao Miyazaki e Isao Takahata. Sua história, porém, começa 30 anos antes com o encontro de Miyazaki e Takahaka, futuros criadores e donos do estúdio. Em 1974 os dois se encontravam durante a produção de um Anime de grande sucesso no mundo inteiro – inclusive no Brasil - Heidi  Arupusu no Shojo Haiji. Enquanto Takahaka dirigia as séries, Miyazaki fazia um trabalho enorme e puxado para conseguir desenhar o layout de cada episódio cuidadosamente e com muito capricho. 
  Isso fez com que os dois percebessem que para fazer as animações de alta qualidade como desejavam, precisariam de um tipo de mídia onde os prazos não fossem tão apertados como são nas séries de televisão. Foi assim que surgiu a ideia da criação de um estúdio para produzir filmes cuidadosamente desenhados, com enredo e qualidade impecáveis, e o mais importante, de seu próprio jeito. Hayao Miyazaki, Isao Takahata e Toshio Suzuki uniram-se para fazer filmes animados do jeito que quisessem fazer.
  Seus animes são conhecidos no mundo inteiro, boa parte dos longas japoneses famosos são de autoria Ghibli. Seu filme de estreia foi Nausicaä, baseado no mangáde Hayao que adota o mesmo nome do filme. Sua produção mais recente é Kokurikozaka Kara, realizada este ano também baseado em um mangá, mas dessa vez de Tetsuro Sayama e Chizuru Takahashi.






Principais diretores:

Hayao Miyazaki
Isao Takahata
Goro Miyazaki
Yoshifumi Kondo
Hiroyuki Morita
Hiromasa Yonebayashi


Fonte: http://site.studioghibli.com.br/historia/

O Reino dos Gatos/ Neko no Ongaeshi - Victoria Brunelli Abess nº42

Direção: Hiroyuki Morita
Produção: Studio Ghibli

Ano de lançamento: 2002
Produção: Studio Ghibli
   
      Haru é uma menina atrapalhada, que vive entediada com sua vida. A monotonia muda um dia, quando ela está voltando embora da escola, e avista um gato carregando uma caixinha de presente na boca. Haru sempre gostou muito de gatos, e quando era criança, costumava alimentar gatinhos de rua com bolachas em formato de peixinho. O gato estava atravessando a rua, quando Haru vê um caminhão vindo na direção do gato, e ela resolve então salvá-lo. Haru consegue salvar o gato, e este a agradece, ficando de pé nas duas patas traseiras, e falando! Haru fica muito assustada, e acha que está sonhando, e vai embora pra casa. Sua mãe conta a ela que, quando pequena, ela tinha o costume de falar com gatos, e dizia inclusive que os entendia.
      Quando Haru está indo dormir, ela começa a escutar sons estranhos do lado de fora de sua casa. Ela sai para a porta da frente, e um grande cortejo felino se aproxima, miando e fazendo muito barulho. É corte real do Reino dos Gatos, e o Rei dos Gatos em pessoa vem até ela, agradecê-la por ter salvado seu filho. O gato que Haru salvou de ser atropelado era ninguém menos que o Príncipe dos Gatos. Como recompensa, o Rei dos Gatos diz a Haru que no dia seguinte, acontecerão maravilha a sua volta.
      No dia seguinte, o jardim de sua casa está tomado por plantas, que lembram rabos de gatos. E na escola, há vários gatos no seu armário, caçando ratos. Para onde vai, os gatos a seguem e Haru começa a ficar aterrozida. Ao fim da tarde, o Embaixador dos Gatos vem até Haru perguntar o que ela está achando do presente, e ela responde que não está gostando. Para agradá-la, o Embaixador a convida a visitar o Reino dos Gatos, e ela, sonhadora, aceita.
      Ao que ela aceita, ela escuta uma voz, dizendo a ela para procurar por Barão, e encontrar um gato branco num café que a levaria até o Barão. Haru não obedece à voz inicialmente, mas ao passear pela rua, ela avista o gato branco, e resolve ir até ele e perguntar pelo Barão. O gato branco a guia, e eles chegam a uma pequena casa, onde vive Barão, um gato detetive muito civilizado. Quando estão discutindo como poderiam evitar que Haru fosse levada até o Reino dos Gatos, o Embaixador dos Gatos aparece para buscá-la, e antes que pudesse responder qualquer coisa, Haru é levada para o Reino dos Gatos contra a vontade. Barão e seu ajudante, o gato branco, a seguem para o Reino dos Gatos.
      Chegando lá, o Rei dos Gatos revela sua intenção: ele quer casar Haru com seu filho, o Príncipe dos Gatos, o qual Haru salvou. Haru responde que não pode se casar com um gato, pois ela não é uma gata. O Rei dos Gatos responde que isso não é problema, e Haru percebe que está se tornando uma gata, e se desespera. Ela é obrigada a jantar com o Rei dos Gatos, e de repente, aparece um misterioso gato mascarado, que pede permissão para divertir Haru. Haru fica encantada e no começo não percebe, mas o gato é Barão, que veio salvá-la. Eles dançam no salão, e quando o Rei dos Gatos percebe as intenções de Barão, começa a perseguição. Haru tenta fugir, e de repente, aparece o Príncipe dos Gatos, que revela que o presente era pra uma gata branca, a voz que Haru escutou e a mesma gata que Haru alimentou quando criança. O Príncipe pede a gata branca em casamento, e o Rei dos Gatos pede Haru em casamento, que não aceita, e a perseguição recomeça. O Príncipe dos Gatos e a gata branca ajudam Haru, Barão e o ajudante do Barão a escapar. Eles conseguem sair do Reino dos Gatos, e Barão leva Haru de volta para casa.
      Embora exista um clima de romance entre Haru e Barão, os dois se separam conscientes de suas diferenças.




 



















 

Ponyo: Uma Amizade que veio do Mar- Victor- 41- 8G

   É um filme cujo o personagem principal chama-se Sōsuke um garotinho de cinco anos e Ponyo uma princesa pexinho-dourado, ela deseja muito virar humana. Um dia Ponyo foge do seu lar no oceano e vai parar na encosta onde Sōsuke a encontra e promete protegê-la para sempre.
Miyazaki (diretor) foi influenciado nesta história pelo conto A Pequena Sereia de H. C. Andersen, além de inspirar-se na lenda japonesa Urashima Taro. Seu filho Gorō serviu de base para a construção do personagem Sōsuke. A cidade do filme foi baseada no Setonaikai Kokuritsu Kōen um famoso parque japonês.


Capa do filme- Ponyo: Uma Amizade que veio do Mar

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gake_no_Ue_no_Ponyo
http://planetadisney.com.br/noticia/ponyo-uma-amizade-que-veio-do-mar-finalmente-chega-aos-cinemas/






contos de terramar

 -O filme é baseado na tetralogia Contos de Terramar, de Ursula K. Le Guin.
- No Brasil, a Downtown detém os direitos, mas não lançou no cinema ou em DVD.
- O filme chegou a ter algumas exibições não oficiais no Brasil.
- Hayao Miyazaki chegou a escrever para Ursula K. LeGuin sobre adaptar seu livro para um filme, mas como a escritora não conhecia Miyazaki, ela declinou da oferta. Após assistir Totoro e ter adorado o filme, Ursula voltou atrás e decidiu que o filme poderia ter feito.
- Inicialmente o filme deveria ser dirigido por Hayao, mas como ele estava cansado após a produção de Castelo Animado, Goro Miyazaki decidiu não perder a oportunidade e terminar ele mesmo o script e dirigir o filme.
- Ursula K. Le Guin ficou desapontada com a adaptação de seu livro.

 O filme acompanha a trajetória de Ged, um dos maiores bruxos de “Terramar”, que era chamado de Gavião. Um jovem cheio de desejo por sabedoria e poder, ele acabou lançando uma terrível sombra sobre o mundo. A trama conta como foram os testes pelos quais ele precisou passar, sua luta contra um dragão e como ele enfrentou a morte para reestabelecer o equilíbrio.
A animação apesar de ser boa, não investe no potencial do universo mágico e também é irregular. Alguns cenários são muito bem trabalhados, enquanto outros sofrem de extrema falta de imaginação. Tirando uma ou outra cena de ação, o filme passa uma impressão de que tudo está parado em volta dos personagens.

Obs: Gedo Senki(nome original do filme), o longa-metragem do estúdio Ghibli, foi a produção local que mais arrecadou no Japão em 2006. A produção teve um bilheteria total de 7.65 milhões de yens.

Mini Biografia do diretor
Formado pela Universidade Shinshu, da Faculdade de Agricultura, Goro Miyazaki começou sua carreira como consultor de construção, e ele projetou parques e instituições públicas. Porque seu pai, Hayao Miyazaki, é um cineasta mundialmente famoso, ele sempre tinha sentimento complexo em relação ao pai. Ele decidiu não trabalhar para qualquer coisa relacionada à animação, ávido para não ser comparado com Hayao. No entanto, a virada veio com a sua vida em 1990, que era o novo projeto de construção do Studio Ghibli Museum, em Mitaka, Tokyo. Ele estava no comando de todo o projeto do museu, e tornou-se o diretor-geral em primeiro lugar. Hayao enquanto estava filmando "Hauru no shiro ugoku", Toshio Suzuki, produtor, decidiram deixar Goro dirigir o filme Ghibli próxima vez que ele ficou impressionado com o talento do Goro de tomar decisões rapidamente e corretamente, e sua habilidade para desenhar. Portanto, ele dirigiu "Gedo Senki", que é o primeiro passo de sua carreira na indústria do cinema animado.
Fonte: http://animalog.com.br/filme-gedo-senki-contos-de-terramar.html
http://site.studioghibli.com.br/filmografia/contos-de-terramar/
http://www.imdb.com/name/nm2066439/bio





contos de terramar

Bruno. A. S. Ferrari- n. 06

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tim Clayton-Fotógrafo

Tim Clayton é um fotógrafo de esportes que nasceu em 1960 em Leeds, no Reino Unido. Treinou na câmara escura e depois como fotógrafo Trainee na Yorkshire Evening Post e The Yorkshire Post, depois se mudou para a Austrália em 1990 para trabalhar para o jornal Sydney Morning Herald.
Suas atribuições incluem 7 Jogos Olímpicos, 4 Copas do Mundo de Rugby e a cobertura da equipe do futebol brasileiro em 6 países, além do brasileirão.
Conquistou o 1º lugar do World Press Awards em 1994, 2004 e 2007. Deixou a Sydney Morning Herald em 2008 para seguir com uma carreira freelance.
Estes são os links das fotos dele:

Pedro Nogueira Nº38/8G

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Michael Kamber - nº 42

         Michael Kamber nasceu em Maine em 1963. Ele frequentou a  Parsons School of Design e trabalhou como fotojornalista freelance e jornalista desde 1986.
         Cobriu os conflitos no iraque, Afeganistão, Libéria, Sudão, Costa do Marfim, Haiti, Somália, Israel, no Congo e em outros países.
         Suas fotos foram publicadas em todas as grandes revistas de notícias nos EUA e Europa, como também em vários jornais.

         Ele é o vencedor do prêmio "Mike Berger", do prêmio "Estilo de Vida da Escola de Jornalismo Missouri", do prêmio "Prazo Club da Sociedade de Jornalistas Profissionais" e é um membro da equipe do New York Times que ganhou uma "Overseas Press Club Citation of Excellence" para a cobertura do Iraque em 2003. Ele foi nomeado para o prêmio "Pulitzer" em ambas as fotografias e apresentação de relatórios.



Nigéria Foto - Michael Kamber


Soldados em Porto Príncipe Foto - Michael Kamber


Sudão em 2006 Foto - Michael Kamber


Chrysler Building Foto - Michael Kamber





saiba mais e muito mais

domingo, 22 de maio de 2011

Bruno A. S. Ferrari 8G n°06

                                            Sérgio Pedreira                       
       Sérgio Pedreira nasceu em Santaluz  no sertão da Bahia. Em 1987 trocou a faculdade de Engenharia da Universidade Federal da Bahia pela Fotografia. Essa escolha foi produtiva pois tem uma carreira premiada no fotojornalismo que é focada nos temas sociais. Ganhou o prêmio Internacional de fotojornalismo, em 1998. Suas fotos que mostram a exploração da mão-de-obra infantil no Nordeste brasileiro, a prostituição das meninas na Zona da Mata e trabalhadores mutilados no beneficiamento do sisal no sertão Baiano foram reveladas na Suíça, França e outros países.Hoje em dia ele trabalha em jornais e revistas nacionais e internacionais.

                      
Sérgio Pedreira         




 Foto do sub-secretário de Comunicação de Salvador

fonte:http://www.folhapress.com.br/web/galeria/fotografo.php?cd_galr=185

Alice Brill - Marcela Sabia nº 30

  Alice Brill Czapski, filha do pintor Erich Brill, nasceu em 1920, e veio para o Brasil fugindo do nazismo em 1934.
  Pintora, desenhista, fotógrafa e gravadora, Alice frequentou o Grupo Santa Helena, em São Paulo, na primeira metade dos anos 1940. Entre 1946 e 1947, nos Estados Unidos, realizou cursos na University of New Mexico, em Albuquerque, e na Art Student's League, em Nova York. Retornou ao Brasil e atuou na revista Habitat, para a qual fotografou arquitetura e obras de artes entre 1948 e 1960. Além disso, Alice realizou um grande trabalho fotográfico sobre o cotidiano na cidade de São Paulo.
  Formou-se em filosofia na Pontifícia Universidade Católica em São Paulo, e realizou mestrado em 1982 e doutorado em 1994 na Universidade de São Paulo (USP).
  Alice publicou vários livros, como “Mario Zanini e Seu Tempo” e ”Samson Frexor- do Figurativismo ao Abstracionismo”, entre outros.
   Brill teve suas fotos publicadas em livros como “Isto é São Paulo”, “Isto é Bahia”, "Profile of the New Brazilian Art", “Brazil - Portrait of a Great Country”

  Em 2005 é realizada a retrospectiva O Mundo de Alice Brill com parte de sua produção fotográfica, pertencente ao acervo do Instituto Moreira Salles.


Alice Brill


Vale do Anhangabaú com Vista do Viaduto do Chá , 1954


Praça Dom José Gaspar , 1953


Vista a partir do Vale do Anhangabaú, 1952




Victor Fernando- 8G - 41º


Tuca Vieira

Nasceu em São Paulo-SP, 1974 e formou−se em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Trabalhou no Museu da Imagem e do Som, na Agência N−Imagens e atua como fotógrafo profissional desde 1991. Recebeu o Prêmio Folha de Jornalismo categoria fotografia, o Prêmio Grupo Nordeste de Fotografia categoria profissional e foi contemplada no Concurso de apoio à produção de artes visuais, fotografia e novas mídias da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, com o qual realizou o projeto Fotografia de rua. Integra a equipe de fotografia do jornal Folha de São Paulo, e desde 2002 desenvolve projetos com temas como a cidade, a paisagem urbana, arquitetura e urbanismo.

Paraisopolis- Foto de Tuca Vieira- Livro as cidades do Brasil

 
Tuca Vieira- Fotógrafo profissional

                                                   http://eupodiatamatando.com/2007/11/

Roberto Schmidt - Pietra Cortonesi N° 39

Roberto Schmidt nasceu em Bogotá, Colômbia, em 26 de fevereiro de 1966. Graduou-se na Universidade de Miami Comunicação da Escola com um curso de graduação em 1989. Ele começou sua carreira com a AFPe também fez alguns trabalhos paralelos, em Miami, em seguida, Bogotá, onde se tornou fotógrafo pessoal. Atualmente, ocupa o cargo de Chefe do fotógrafo para a África Oriental eo Oceano Índico e é baseado em Nairobi.

Como fotógrafo-chefe para a AFP no leste da África, Schmidt coordenou a cobertura do Congo com Walter Astrada e Chiba Yasuyoshi. Os confrontos armados entre rebeldes do Congresso Nacional para a Defesa do Povo (CNDP) e o exército  retomado após um acordo de cessar-fogo foi rompido em meados de 2008. Durante a sua cobertura a um mês de duração, os três fotógrafos acompanharam civis em fuga, vítimas de estupro, paz da ONU, soldados, rebeldes, e mortos.

Roberto Schmidt,  foi importante, pois registrou momentos incíveis e inéditos de um dos mais chocantes conflitos, podendo representar assim como estava a situação no leste da África.


Esta fotografia de agitação eleitoral queniana, em Nairóbi é parte de uma série tirada pelo   fotógrafo colombiano Roberto Schmidt em dezembro 29-31.

sábado, 21 de maio de 2011

Chris Detrick

Chris Detrick (1983) cresceu em Loganville, Pensilvânia, e teve sua primeira experiência com o jornalismo, enquanto era estagiário no The York Dispatch durante seu último ano no colégio.
Estudou fotojornalismo na Universidade de Missouri e graduou-se em 2005 como bacharel em Jornalismo e menores termos em desempenho do violino e da psicologia. Na escola, Detrick trabalhou como estagiário na (Maryland) Baltimore Sun e foi um dos participantes no Workshop Eddie Adams XVII.
Após se graduar no Missouri, ele começou a fazer parte da equipe do jornal diário “The Salt Lake Tribune”, o que era para ser só um emprego temporário tornou-se um trabalho a tempo inteiro.
Os trabalhos de Detrick foram reconhecidos pelo World Press Photo (2007), ele ganhou, Imagem do Ano Internacional (2005-07), fotógrafo College of the Year (2003-05), The Atlanta Photojournalism Seminar (2005-07) Hearst Fotojournalism Awards ( 2005).
Ele atualmente mora em Salt Lake City com sua esposa Ashley e sua cachorra Layla.

 Foto espetacular tirada por Chris em 2008, foi a vencedora de um prémio no World Press Photo, na categoria de desporto.




Fonte: http://www.tribblogs.com/tribphoto/chris-detrick/

Juliana Jorge nº 26

segunda-feira, 21 de março de 2011

Giovanni Sarracino

Giovanni Sarracino, nascido em Torre del Greco, na Itália, frequentou o Liceu de Artes e Ofícios e abriu seu próprio ateliê em São Paulo, na Rua Formosa, em 1901. Seus trabalhos estão publicados em várias revistas ilustradas. Além da Exposição Universal de Saint Louis, nos Estados Unidos, Sarracino participou da Exposição Nacional de 1908 com retratos de Albuquerque Lins, Jorge Tibiriçá, Washington Luiz, Olavo Egydio, Carlos Botelho, Siqueira Campos, entre outros.
  Giovanni ficou mais reconhecido após realizar a fotografia de Alberto Santos Dumont em tamanho natural. Trata-se de uma fotopintura, de 1904, que tem como características a ampliação em tamanho natural em gelatina e a utilização de retoque com traços finos, ressaltando atributos expressivos e fisionômicos, e de pintura em algumas áreas, para acentuar volumes através de sombreamento.
  Giovanni teve destaque de 1890 a 1910, sendo que de 1905 a 1908 trabalhou com seus inúmeros cartões postais.
 Ele também desenhava muitas paisagens da cidade de São Paulo naquela época.






Retrato de Santos Dumont realizado por Giovanni Sarracino




Retrato da cidade de São Paulo, por Giovanni Sarracino














Marcela Sabia, nº 30